terça-feira, 10 de abril de 2012

Rinoplastia - um ano depois

Ahh um ano da Rinoplastia! Eu me sinto muito feliz pelo resultado, mesmo ainda apresentando inchaço. Ou seja, ainda estou esperando o resultado final. Não estou mais fazendo as drenagens, mas coloco gelo pra ajudar. Isso depende de cada um, como eu já falei! De qualquer forma, o resultado me deixou feliz, porque está muito natural. :D
Confiram!!!!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Se é que você quer saber






Sou uma mulher, às vezes com jeito de menina!



Sorriso no rosto, sempre! Olhar que sinto brilhar, acho que brilha!
Muitas vezes tenho vontade de cantar bem alto pela casa, e faço! Canto sorrindo, muitas vezes eu desafino.



Tamanho e corpo, cara também de menina, mas meu coração já sofreu o bastante. Talvez não o suficiente para deixar de acreditar nas pessoas, ahh isso eu acredito! E não queira me provar o contrário. Acredito em novos amores, nos antigos também, acredito na dinâmica da vida, da forma positiva de olhar o mundo, acredito que posso ser sempre melhor, para isso estou sempre de olho no meu coração, naquele aperto que dá de vez enquando. Descomplicar é a regra atual.



Falo baixinho, as vezes só pra mim. Me pego pensando em mil coisas quando alguém está uma longa conversa, mas eu continuo olhando no olho, pra não perder a pessoa de vista.




Não tenho tantos amigos, ou talvez os tenha. Sou fiel ao que sinto, mas às vezes consigo me trair, é bom seguir minha intuição, não é?
Sou pequena, Talvez minha estatura física não prove o que sou, certamente não.



Sou decidida, muitas vezes. Minhas dúvidas são sempre passageiras, ta aí minha intuição falando mais alto outra vez.



Queria ser poeta, queria ser cantora, quem sabe dançarina! Acho que não tenho jeito pra nada disso.



Estou em doses diárias de conhecimento interno, percebo que isso vem me transformando. Perceber você mesmo, faz você conhecer melhor o mundo! Comecei a filosofar, nada disso! É bom se redescobrir e ser capaz de se reerguer – sozinho- quando necessário.



Costumo chorar, choro se alguém me magoa. Isso é mesmo normal, não é?



Aliás, estou percebendo que sou mais normal do que pensava.



Adoro música, não tenho coordenação motora pra nada! Ahh! Como me faria bem tocar violão.



Dizem por aí, que sou muito distraída. Às vezes eu sou mesmo, mas eu também consigo fingir distração para o que não é importante ou para não me magoar.



E agora? Como termino esse texto. Será que alguém vai se importar com o tenho a dizer? Espero que sim. Mas, sobreviverei se não! Isso é que chamo de tempestade de ideias.







Camila Marques

Não quer se envolver, namore uma planta!




Acabei de receber um e-mail com esse texto, atribuindo ao Arnaldo Jabor. Mas, não tenho certeza que seja dele porque em uma rápida pesquisa vi que algumas pessoas atribuem à Martha Medeiros, de quelquer forma tenho ouvido algumas pessoas em tremenda defensiva (principalmente nessa época de carnaval) kkkkkk




Lá vai um texto legal pra vocês curtirem:



"Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

E não temos esta coisa completa.
Às vezes ele é fiel, mas não é bom de cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.
Tudo nós não temos.
Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona...

Acho que o beijo é importante...e se o beijo bate...se joga...senão bate...mais um Martini, por favor...e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa tá com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.

Nada de drama.

Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?

O legal é alguém que está com você por você.
E vice versa.

Não fique com alguém por dó também.
Ou por medo da solidão.
Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado.
E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro.
Que medo é este de se ver só, na sua própria compania?

Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer...

A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.

E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim...quem disse que ser adulto é fácil? "


foto: Google imagem

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

RAIVA







O que você faz quando sente raiva? Você acha que existe raiva justificável?
É comum, cada vez mais, depararmos com excessos de raiva no dia-a-dia, seja no trabalho, trânsito, família, relacionamentos... "Quanto mais a civilização avança, maior é o número de problemas que aflige a humanidade. Tudo que a ciência descobre e inventa tem como objetivo primordial melhorar a qualidade de vida da população e aumentar o seu tempo de vida. Todavia, o homem desde os tempos primitivos, usou a sua inteligência para aprimorar sua força física e dominar o semelhante objetivando conquistar poder para escravizar os mais fracos" (Rui Oliveira).
Esse sentimento de extremos - considerado o reflexo de nosso ego ferido ou ameaçado, com a mistura de revolta, insegurança e frustração normalmente demonstrada com agressividade - Quando exteriorizado, transforma-se em fúria e crueldade, podendo ter uma sequência de reações perigosas e por isso danos irreparáveis. O outro lado da moeda, é o conhecido "engolir sapos" normalmente transformando-a em ressentimento, chegando até a congelar a nossa capacidade de sentir emoções, com o passar do tempo e prejudicando nosso organismo.
Não é fácil, porém, assumir mudanças de comportamento principalmente se elas não são de interesse pessoal pois, a mudança de comportamento é consequência válida, se for resultado de inúmeras combinações de valores individuais.
A perda de controle do sentimento negativo, permite a perda da razão (insanidade), e para alcançarmos à saúde plena e o controle desse equilíbrio, é essencial chegarmos à capacidade de gerenciar a situação, é conhecer com clareza emocional. "O budismo diz que não devemos expressá-la ou reprimi-la e sim encará-la. Ela não é tão sólida e interminável quanto parece. Se nos momentos de raiva, soubermos sentir a sua energia ao invés de seguir suas mensagens, iremos descobrir que ela estranhamente começa a diminuir, pois sua natureza é impermanente" (Bel César.)
Não estou levantando a bandeira da paciência sem limite, aliás a paciência nada tem a ver com falta de dignidade e valor, pelo contrário, é extremamente possível ser calmo e gentil e no mesmo momento ser firme adequando-se a situação. A escolha é sua!















Fontes:




Bel César ,Odilon Cunha Jr. ,Vanessa Moura, Rui Oliveira
http://www.altvideo.com.br/lama-tartchin/50-como-lidar-com-a-raiva



Foto: Google imagens

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Feliz por nada

Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo?
Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.

(Martha Medeiros - Feliz por nada)